Falta de geólogo causa atraso em obras da cidade

Quinta-Feira, 05 de julho de 2012

Empresas da construção civil estão com obras atrasadas aguardando licença ambiental. Ascon Vinhedos tenta em vão agendar reunião com o Poder Público para buscar solução

Demora na liberação de licença ambiental gera transtorno e atraso de obras na cidade. Isso porque a Secretaria Municipal do Meio Ambiente, responsável pela emissão do documento, conta apenas com um geólogo, que não consegue atender a demanda existente. Este é o panorama enfrentado por muitas organizações ligadas a Associação de Empresas da Construção Civil de Bento Gonçalves (Ascon Vinhedos), que tenta em vão agendar uma reunião com o Poder Público Municipal para buscar soluções para o problema.

Todo projeto enviado para o Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano (IPURB) é encaminhado à Secretaria do Meio Ambiente para que o geólogo cuide da licença ambiental. Hoje, diversas das obras das empresas associadas à Ascon Vinhedos está atrasada aguardando essa liberação. A demora, segundo informações da própria secretaria, se deve a existência de apenas um geólogo, o que impede maior agilidade na liberação do documento devido à grande demanda do município.

Pela lei, a análise deve estar concluída em 30 dias, o que não vem acontecendo. Segundo o presidente da Ascon Vinhedos, Diogo Parisotto, faltam profissionais na secretaria. “A melhor alternativa seria a contratação de mais um geólogo para agilizar o processo. O município possui apenas um profissional com essa formação atuando na área, que já não consegue atender a demanda devido ao tamanho da cidade e a quantidade de projetos”, explica o presidente. “Entendemos que com dois geólogos trabalhando, certamente a demanda atual será suprida, pois na ausência de um, o segundo poderá dar andamento às análises, cumprindo os prazos estabelecidos”, destaca.

A Ascon Vinhedos já tentou por inúmeras vezes marcar uma reunião com o prefeito Roberto Lunelli e o secretário do Meio Ambiente, Alvory Viccari, para tentar solucionar o problema. Uma reunião até havia sido agendada, porém foi desmarcada pelo prefeito que justificou compromissos em Brasília. Depois de várias tentativas frustradas, a associação decidiu protocolar um documento na prefeitura pedindo providências imediatas para o problema que afeta diretamente o andamento das obras. A entidade agora aguarda um posicionamento do Poder Público Municipal.
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